AGRICULTURA

Zé Nunes inicia coleta de assinatura

para Frente Parlamentar dos Alimentos

Artesanais

Marcela Santos

Marcela Santos

Os pequenos produtores de alimentos - agrícolas, agroindustriais e industriais urbanos - enfrentam várias dificuldades para registrar seus produtos e legalizar suas atividades. Têm pouca informação quanto às exigências das normas sanitárias e quase nenhum capital para adequar seus estabelecimentos às exigências legais. Pensando nisso, o deputado estadual Zé Nunes (PT), iniciou nesta terça-feira (27), a coleta de assinaturas para a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Elaboração, Promoção e Comercialização dos Alimentos Artesanais de Origem Animal e Vegetal.

“Queremos desenvolver um processo de discussão e reflexões envolvendo entidades, gestores, lideranças sobre normas e requisitos que deverão ser observados na elaboração, no beneficiamento, no processamento e na comercialização de produtos artesanais de origem animal e vegetal”, explicou o parlamentar.

Os alimentos artesanais tanto de origem animal como vegetal são produzidos com características tradicionais, culturais ou regionais e em conformidade com padrões de identidade e qualidade estabelecido nas legislações de alimentos e aditivos. Eles tem características tradicionais, culturais ou regionais. “Além disso, são oriundos de processos de elaboração de alimentos que se transmite de geração em geração, conforme a tradição cultural, ou que utilizam matérias primas produzidas na região”, lembrou Zé Nunes.

Esses produtos geralmente são fabricados em casas, não possui um local próprio com uma fábrica, por exemplo, e produtor faz do zero com baixa tecnologia. “Trabalhar com alimentos artesanais é vender qualidade através da própria produção, mostrar como é feito, mostrar as matérias primas de primeira linha que são utilizadas, ser bem transparente e ser criativo na hora do desenvolvimento de marca”, completou.

Projeto de Lei

Zé Nunes é autor do projeto de lei que estabelece regras e critérios para a produção e a comercialização de queijos artesanais de leite cru no Rio Grande do Sul. O objetivo é reverter a descaracterização desta atividade em consequência, justamente, da ausência de legislação específica, em especial do queijo colonial.

Texto: Marcela Santos (MTE 11679)

 

 

Publicado em 28/02/2018 às 09:15

Texto: Marcela Santos (MTE 11679)

BANCADA / zenunes

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